Nas últimas semanas, fizemos uma jornada de leitura de Plágio: palavras escondidas, livro que inspirou a criação deste blog. Abordamos temas selecionados de cada capítulo: desde o engano do leitor até a imitação criativa, a memória fotográfica, a autoria acadêmica, a diferença entre ética em pesquisa e em publicação, a retratação. Uma das conclusões de Debora Diniz e Ana Terra no livro é que, para falar de plágio, é preciso tagarelar sobre assuntos paralelos.
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| Silence (Alberto Ortiz, 2007) |
Aqui e no livro, falou-se bastante, é verdade. Em nossos cotidianos acadêmicos, porém, o que teima em aparecer ainda é silêncio e tabu. Por isso, encerramos esta jornada de leitura reforçando o convite feito já em nosso primeiro post: precisamos falar de plágio, integridade, escrita na universidade — nas salas de aula, nos grupos de pesquisa, nos eventos acadêmicos. Se, de um lado, nenhum pesquisador nasce sabendo as convenções da escrita acadêmica, de outro, ousamos um interdito: o ponto final dessa conversa jamais deve ser um carimbo de retratação.
Convite feito, resta uma indagação: afinal, por que se faz silêncio sobre plágio? Ensaiamos uma resposta no podcast de hoje, que é um trecho do capítulo final de Plágio: palavras escondidas. Participe conosco desta conversa. Será um prazer ouvir sua voz por aqui.
Leia aqui a transcrição do áudio.


