| E você? Já sentiu o faro do déjà vu? |
O veredito não se demora: se encontrado o mesmo texto, porém com outra assinatura, é porque estou diante de um caso de cópia indevida. Um caso de plágio-cópia, como foi chamada essa infração textual no livro Plágio: palavras escondidas. Eu, leitora, me desiludo ao perceber frustrada minha expectativa de sinceridade autoral. Ele, plagiador, tem pernas curtas como a mentira. Tem dedos ágeis sobre as teclas. Mas não tem voz.
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| Evite essa perigosa equação: use aspas |
O plágio-cópia pode parecer tolo pela obviedade do flagrante, mas nem por isso é fenômeno raro. Ele angustia professoras, atormenta revisoras e editoras de periódico. Já gerou retratações (esta, por exemplo) e recentemente inspirou uma controvérsia entre docentes de universidades brasileiras. Nossa recomendação: fuja do atalho das teclas. Domine as regras de citação e paráfrase e se garanta em sua voz autêntica de autor. Se você tem dúvidas sobre esses dois mecanismos da escrita acadêmica, escreva para nós. Faça também um passeio por aqui: veja nossos posts anteriores.
No podcast de hoje, falamos desse sujeito emudecido que faz plágio-cópia. Quem é ele e quais seriam suas desrazões?

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